Clássicos em rede: Olimpíadas da Cultura Clássica – Primeira eliminatória do concurso

É com alegria que anunciamos os grupos vencedores da primeira etapa (a nível do CSCM) do concurso Clássicos em rede: Olimpíadas da Cultura Clássica – Desafio de artes/ multimédia. Os nossos alunos deram voz e corpo à Cultura Clássica Grega e com criatividade e empenho produziram trabalhos de grande qualidade.

Tivemos o prazer de entregar estes trabalhos na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, na passada sexta-feira, dia 4 de maio.

Os Trabalhos vencedores serão agora avaliados por um júri e irão concorrer com trabalhos de outras escolas de todo o país.

Aguardamos, expectantes, pelos resultados finais!

Muitos parabéns e boa sorte a todos! 😀

Escalão A 

Turma 6.º D

  • Jogo de tabuleiro: Ulisses e as suas aventuras – Sebastião Rebocho, Lucas Almeida, Maria Rita Xavier, Margarida Santos

Turma 6.º E

  • Ulisses, o filme – Lourenço Lima, Sara Gramaça, Vitória Rosa
  • Galeria de arte. Exposição sobre Ulisses – Ana Santos, Emídio Santos, Francisca Lopes, Inês Natário

 

Escalão B

Turma 7.º A

  • Poemas Homéricos, Jogos Olímpicos – Carmo Pereira, Johanna Ahmad, Maria Cristina Pita, Maria Filipa Leitão
  • Curtas: Aventuras de Ulisses – Carolina Nunes, Mariana Rodrigues, Matilde João, Sofia Martins

Turma 7.º C 

  • Filme: Ulisses e Penélope – Amélia Moita, Constança Lobato, Júlia Sousa, Laura Santos

 


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Sessões de dinamização da leitura

É com muito gosto que anunciamos a vinda de três autoras muito especiais ao nosso colégio, no âmbito da Feira do Livro! Contaremos com a presença da autora e antiga aluna Maria Teresa Maia Gonzalez, da autora e professora de Português Ana Soares e da autora e jornalista Bárbara Wong para sessões de dinamização da leitura que decorrerão entre os dias 09  e 10 de maio na Sala Multimédia. Estas sessões destinam-se aos alunos dos 5.º e 6.º anos.

Aproveitamos ainda para relembrar a entrega dos diplomas aos vencedores e menções honrosas do Concurso Escrever amanhã, dia 09 de maio, por volta das 12h45 no átrio do colégio.

Boa semana e boas leituras! 😀

 


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21 de março: Dia Mundial da Árvore e da Poesia

Antes de nos despedirmos do 2.º período letivo é tempo ainda de celebrar duas datas muito importantes!

Durante alguns dias, demos corpo e voz à poesia e relembrámos a importância da ecologia para uma sobrevivência plena do nosso planeta.

Os alunos do 2.º ciclo e do Secundário arriscaram escrever poemas em conjunto, sob a orientação das professoras de Português Susana Gávea e Filipa Boto. Poderás encontrar estes textos sobre a temática da natureza pendurados nos ramos de uma árvore, no átrio do Colégio. Ao lado dessa árvore, poderás ainda encontrar um estendal poético – obra de muita inspiração e criatividade dos alunos do 4.º ano! Estas peças de roupa estão também estendidas na Biblioteca. Convidamos-te a ler os poemas de autores de expressão portuguesa escritos em cada uma delas 🙂

Boa Páscoa e ótimas leituras 😉

 

 

 


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Artes e letras

A professora Rosa Leitão desafia-te a dares forma e cor às tuas palavras.

Aparece na Biblioteca nos dias 26 de fevereiro, 16 e 23 de abril e partilha a tua arte com o Colégio!

Esperamos por ti! 🙂


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Homenagem ao 7.º E e à língua portuguesa

Nos últimos dias do ano letivo, a Catarina Casaca decidiu prestar uma homenagem à sua turma, 7.º E, através da escrita de um poema. A Catarina escreveu ainda um outro poema sobre a língua portuguesa.

Partilhamos convosco as palavras bonitas desta aluna.

 

Boa leitura e boas férias! 🙂

 

AO 7.º E

No início do ano
Eu não tinha opinião
Sobre a turma
Que me iria colorir o coração
Esperava que ela
Fosse diferente da história já lida
Esperava que ela,
Como um facho, iluminasse a escuridão,
Mas nesta altura
Eu não sabia
Que esta me iria colorir o coração.
Dentro de mim
Sentia melancolia,
Mas não sabia se lá também se encontrava alegria
Ou se era apenas tristeza
De deixar a minha antiga turma ilesa.

Partindo à descoberta
Da miragem desta turma
Descobri que ela era esperta,
Era a companhia da solidão.
Aí sim, apercebi-me
Que ela me iria colorir o coração.

Esta minha segunda família
Podia ser transparente como um cristal
Ou magoar com a força de um punhal.
Apercebi-me que as suas palavras
Tinham significado
E uma grande importância,
Pois é quem me acompanha, lado a lado,
Em cada passo.

Agora que o ano acaba
E importantes amizades fiz,
Olho com olhos lassos
Para o caminho que tracei a giz.
Olho com olhos álacres e sedentos
Para o ano que vem aí.
E olho para os minutos lentos
Que fazem esperar
Cada pedaço de mim.

***

 

AULAS DE PORTUGUÊS

Desde pequena,
Dou asas à imaginação
Voo como uma pena
Que regressa sempre ao coração

Mas só neste ano aprendi
O que as palavras podem fazer de ti
O que os sentimentos
Valem para os ultrapassar os tormentos
Provocados pelos ventos e mar
Que, por vezes, fazem os sonhos parar.

Português é uma língua
De sentido polissémico.
No entanto, paro para pensar
O que me iria acontecer
Se eu a outro país fosse parar.

Nas aulas de Português,
Descobrimos o mundo
Através das palavras
E, às vezes, num segundo,
Aprendemos a sabedoria do universo,
Por vezes contida
Na métrica de um verso.

 

Catarina Casaca, 15 de junho de 2017

 

 


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Lanche multicultural

Aprendemos que a gastronomia é uma das muitas formas de expressão cultural de um povo. Foi por isso que, este ano, nos despedimos das aulas de Português Língua Não Materna com um lanche multicultural.

Alimentos muito diversificados encheram uma mesa com combinações improváveis. Queijo e pão alentejanos ao lado de pastéis de nata, de sushi e de sementes de girassol com sabor a chá verde causaram alguma estranheza a paladares menos acostumados. Porém, como diria o poeta Fernando Pessoa, “primeiro estranha-se, depois entranha-se”.

Boas férias a todos! 🙂

 

 


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Poetas do 7.º E

Os alunos do 7.º E deram asas à sua criatividade e, muito inspirados, escreveram poemas. Partilhamos alguns desses textos poéticos convosco.

Boa leitura 😀

 

Bate, bate, rapazinho
Longa história,
Longo caminho,
Grande memória!

Devagar, devagarinho,
Não pares de bater,
Meu querido amiguinho,
Que tens muito que fazer.

Duplo batimento,
Sempre sem parar,
Trazes e levas o carregamento,
Que nos fazes amar.

Barulho tu fazes,
Como uma coluna em mim,
Muito amor me trazes,
Te agradeço assim.

Grande felicidade,
Fazes-me viver,
Sou quem serei
E serei o que me apetecer!

Contigo ao meu lado,
Meu braço esquerdo és tu,
Por mim serás amado,
Because I LOVE YOU!

Clarisse Ferreira, 7.º E

Na melancolia do teu rosto
Eu observo que tu carregas
O mundo no teu encosto
Eu observo que andas às cegas
No meio da multidão
Eu observo que lutas com paixão
Como quem tem algo a perder
Como quem com ironia
Observa toda a sua melancolia

No sorriso fingido
Eu observo o teu mito
Que te deixa perdido
Eu observo os teus olhos lassos
Que mostram amores escassos
Eu observo que estás reverente
Que tentas escapar como uma serpente

Nas pequenas entrelinhas
Que me deixas
Eu vejo a tua razão de partir
E aqui deixo as minhas
Para tu ficares a rir

Cada miragem que tens
Vais conseguir alcançar
Cada onda do mar
Tu consegues ultrapassar
É só preciso usares a bússola
Que te indica os caminhos
Do teu coração
Para concretizares a tua eterna missão.

Catarina Casaca, 7.º E


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Poetas do 7.º D

Os alunos do 7.º D continuam bastante inspirados! O Santiago, a Alice e o Philippe fizeram-nos chegar os seus poemas que partilhamos convosco.

Boa leitura 🙂

 

“Isto”

“Isto” é deveras subjetivo
pode não ter algum sentido
pode ser real ou imaginário
do qual tens saber precário.

“Isto” é inanimado
um material fabricado
ou pode ser uma aberração
duma alma na perdição

“Isto” é um fim
ou uma coisa assim
pois vemos que “isto”
é um palavrete misto

Santiago Bernardino, 7.ºD

 

“Sonhar” é a solidão derrotada
“Sonhar” é com o coração não com o cérebro

“Sonhar” é voar como um pássaro,
é acreditar no que é e no que há de ser,
no que foi e no que será

“Sonhar” é acreditar no infinito, no impossível
é viver do pensamento e não das ações
é viver da imaginação e não irrealidade

” Sonhar” é um distúrbio do sono
é acordar com o medo nas veias
é uma mistura do bem e do mal

“Sonhar” é um pensamento aberto

“Sonhar” é simplesmente possível

Alice Mendes, 7.ºD

 

Poesia é a verdade partilhada e praticada
É exprimir o que está cá dentro
Não é falar do evento inexistente
Só para parecer interessante

Poesia, é não ter medo de escrever onde for preciso

Poesia é olhar para o mundo
E vê-lo de forma original
É tê-lo nas nossas mãos e num segundo
Tornar a vida no ideal
Philippe Fernandes, 7.º D

 


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À descoberta de um novo espaço

As turmas de 4.º ano visitaram a Biblioteca do nosso Colégio durante o passado mês de março, onde tiveram a oportunidade de ter formação enquanto utilizadores.

Os nossos pequenos leitores refletiram sobre a importância da leitura na sua formação enquanto alunos e cidadãos. Exploraram o conceito de Biblioteca Escolar e Centro de Recursos (BECR), bem como as valências e as regras deste espaço.

A curiosidade e o entusiasmo levaram a que muitos destes pequenos leitores despertassem o bichinho da leitura. Muitos foram os alunos que, com a ajuda dos seus professores, requisitaram livros de literatura infanto juvenil alusivos a variadas áreas do saber.

 

 

 

 

 

“Todas as Literaturas nascem da poesia: da infância da Literatura, que é o mito, o poético, que embalou o Homem, como as estórias embalam as crianças. As estórias são para a criança o que foram as parábolas de Cristo para os cristãos, para os homens: sementes para germinar e frutificar.”

Bárbara Vasconcelos de Carvalho, A Literatura Infantil: Visão Histórica e Crítica


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Poetas do 7.º ano

No seguimento das comemorações do Dia Mundial da Poesia, os alunos do 7.º B e do 7.º E escreveram poemas. Partilhamos convosco algumas das suas produções poéticas 😀

 

O Espelho

E se um dia acordasses
e não te visses a ti, apenas visses um reflexo conhecido,
um reflexo com face clara e cabelos loiros,
e se em vez de te veres a ti me visses no teu reflexo?

E se eu e tu fôssemos tão diferentes como pensamos,
e se os meus cabelos louros talvez no fundo fossem castanhos,
se os teus olhos castanhos no fundo fossem verdes?
E se afinal tivéssemos a mesma história e os mesmos problemas?

E se tu me pudesses ensinar a acreditar em mim?
E se eu te pudesse ensinar a ver um mundo melhor e mais divertido?
Talvez não sejamos tão parecidos ou iguais,
mas talvez nós nos possamos ensinar algo.

Leonor Martins, 7.º B

 

A Poesia

No entrelaçar destas linhas
Deixo coisas minhas
No saber de cada letra
Deixo a minha opinião neutra

A poesia
Leva-nos numa viagem
Pela magia
Pela coragem
De quem passou
De quem passa
De quem voou
Sem ter asas

De quem caça
A imaginação
E escreve-a no papel
E escreve-a no coração
Adoçando-a com mel
Como se tratasse de uma planta
Que dança na melodia
De quem canta

E que ria
Como uma criança
Que vive na esperança

Quem compreende a poesia
Viverá na alegria
De encontrar o tesouro
De decifrar enigmas
Escondidas nas rimas
Que nos mostram os problemas
Que rodeiam os lemas
De todos os poemas

Catarina Casaca, 7ºE – 22-03-2017

 

Amor

Eu não sei bem o que sinto
Mas é algo que é de rir
Eu te amo assim
Mas se calhar eu vou fugir

Tu dizes que me amas
Mas eu não acredito
Eu te quero nos meus braços
Estou confuso, admito

Tu tipo és assim
E eu amo-te
Não sei bem, mas sim
É verdade pois, acredita

Podes não acreditar
Mas eu só te quero amar
Para te beijar sem parar

Tipo não sei como dizer
Pois é difícil
Mas eu vou conseguir te ter
Para te poder amar

E espero conseguir acabar
Este poema a te encorajar
A me amares…

Vicente Fernandes, 7.º E

 


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