Castelo andante

 

 

Castelo andante

 

 

No tempo de as pessoas ainda se cumprimentarem com as pernas, havia um menino. Esse menino era alto, magro,de olhos e cabelo castanho, com sardas e chamava-se Manuel. O Manuel era engraçado e muito amigo das outras pessoas.

 

Um dia, decidiu ir chamar o seu melhor amigo Joaquim Baktbipsta. Ele aceitou e eles foram para a floresta.

 

Exploraram muita coisa, mas o que os esperava era emocionante. Passado um tempo, encontraram um castelo. Ficaram tão pasmados que estavam de boca aberta.

 

Decidiram entrar no castelo. Deram um passo dentro do castelo e… pummm.

 

-OH my Jesus!!! – disse o Joaquim Baktbipsta.

 

E o castelo deu a sensação de pairar no ar. Então olharam pela janela e viram que estavam mesmo a voar. Estavam muito atrapalhados. Não sabiam o que fazer. Até que chegou um duende muito pequeno.

 

O Joaquim ficou apavorado. Mas o Manuel agarrou no duende e ficou a olhar para ele. Então perguntou-lhe:

 

– Para onde isto vai?

 

– Para Manhattan.

 

– Onde?

 

– Manhattan.

 

– Ok, não faço a mínima ideia onde isso fica, mas é muito longe?

 

– Sim, fica do outro lado do mundo.

 

– Mas não nos pode tirar daqui, senhor duende?

 

– Não, vocês são meus prisioneiros. – disse o duende, enquanto atirava o lança redes contra eles.

 

Depois de o doende os ter encostado à parede, começou a sentir o castelo a tremer. Então repararam que estavam a chocar contra os Pirenéus. O castelo estava a cair em cacos com os três lá dentro.

 

Entretanto, o Manuel viu um candeeiro gigante a cair lá de cima e ia mesmo em direção ao duende.Rasgou as redes e atirou-se contra o duende como nos filmes. Arriscou a vida, mas conseguiu salvar um novo amigo. Despenharam-se logo a seguir, mas num milagre dos grandes milagres, o Joaquim teve uma ideia: se conseguissem empurrar o castelo contra umas árvores lá em baixo, iam conseguir salvar as suas vidas.

 

Foi isso que fizeram. Para resultar, saltaram para o lado do castelo que estava virado para as árvores e conseguiram. Sabe-se lá porque foram parar à terra dos Rapazes. O duende, como agradecimento, deixou os rapazes irem em paz.

 

E foi assim a história do castelo voador.

 

 

João Zarcos, 6ºC

 

 


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