Produções escritas dos alunos do 7.º ano

Partilhamos convosco mais outro texto narrativo escrito no âmbito da disciplina de Português. Desta vez, destacamos um texto produzido por alunos do 7.º E.

Boa leitura!

O cão enfeitiçado

Lucas, um rapaz alto, moreno de olhos castanhos que adorava estudar, estava sempre com a cabeça nos livros! Nunca saía de casa sem o dicionário de bolso.

Um dia, ele perdeu o seu precioso dicionário. Procurou-o por todo o lado, em casa, na escola e até na rua, mas não o encontrou. Decidiu parar de procurar e foi para o parque estudar, pois isso acalmava-o. No parque estavam muitas crianças a brincar com cães, muito felizes. Lá num canto, estava um cão triste e solitário, de pêlo bege, grande e fofo. O cão guardava alguma coisa consigo. O rapaz foi ver o que era, mas de repente o cão fugiu e o Lucas, muito indignado, foi atrás dele. O cão conduziu-o até uma biblioteca onde era permitida a entrada de animais.

Dirigiram-se até à secção dos animais. O cão pegou num livro estranho e o rapaz aproveitou para consultar o seu dicionário.

– Lê este feitiço de trás para a frente. – Pediu o cão.

– Tu falaste? Devo estar a alucinar!

-Sim, eu falo. Não te demores, lê lá o feitiço!

O Lucas leu o feitiço e o cão transformou-se magicamente num humano alto, loiro, de pele morena e olhos verdes.

– Mas como é que isto aconteceu? Isto está a ficar cada vez mais estranho. Podes explicar-me o que se passa aqui?! – Perguntou Lucas.

– Eu adoro ler livros e adoro animais, juntei os dois e comecei a ler todos os volumes que aqui existem sobre esse tema. Quando cheguei a este, sem querer, li um feitiço e transformei-me! Agradeço-te imenso! Nunca mais esquecerei aquilo que fizeste por mim. Como te posso recompensar?

– Que história tão estranha! Eu vou fingir que acredito! Não sei como me poderás recompensar, talvez nem o precises de fazer.

– E se ficássemos amigos? Nunca tive um verdadeiro amigo.

E assim os dois rapazes tornaram-se melhores amigos e inseparáveis.

Parabéns aos autores: Leonor Proença e Vicente Fernandes, 7.º E.

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Produções escritas dos alunos do 7.º ano

No âmbito da disciplina de Português os alunos do 7.º ano escreveram textos descritivos narrativos a partir de sequências de imagens. Desse exercício de produção escrita resultaram trabalhos de grande qualidade. Decidimos partilhar convosco alguns desses textos!

A Descoberta

David Notre-Dame era um rapaz de 17 anos que vivia com os pais adotivos em Paris, mas nunca conheceu a sua verdadeira família.

A única coisa que o mantinha unido ao seu passado é o seu cão, Notre-Dame, que estava consigo desde pequeno.

O rapaz era alto, com cabelo curto e escuro como chocolate, pele escura e um sorriso que escondia toda a tristeza e dúvida que viviam dentro dele.

Por outro lado, o cão era grande, bonito e, de certa forma, parecia compreensivo e leal, percebendo-se apenas com um olhar.

Para David todos os dias eram normais, até ao dia em que descobriu aquilo que ele menos esperava encontrar: respostas! Tudo aconteceu quando, depois das aulas, David se encaminhou para a biblioteca.

Quando lá chegou, reparou que se encontrava completamente vazia e escura. Relutante, entrou, pousou as coisas numa mesa ali perto e dirigiu-se ao local onde costumava estar a bibliotecária. Mas, ao aproximar-se, reparou que em cima de secretária estava um bilhete que dizia: “Estante 42, prateleira 8.”

David pegou no bilhete e dirigiu-se à estante e depois à prateleira indicadas, e, assim que leu o título do livro que mais lhe chamava a atenção, mal podia acreditar no que via!

David pegou suavemente no livro e voltou a ler o título do maravilhoso livro que tinha na mão:“ Diário da vida, da espantosa família Notre-Dame”. Com muita curiosidade, o rapaz abriu o livro na primeira página, mas, subitamente, David ouviu o seu cão a entrar na biblioteca. Ele juntou-se a David e prestou atenção à sua vida como um membro da família Notre-Dame. Passadas poucas horas, o rapaz acabou de ler o diário e reparou que havia folhas em branco, mas na última das últimas páginas estava lá esquecido um envelope que dizia:“ Para o meu filho, caso já tenha lido este diário, de Quasimodo, o Pai.”

O rapaz, que pela leitura do diário se assemelhava ao pai, perguntou-se porque é que o seu pai teria posto um envelope, cujo aspeto parecia recente, num livro tão antigo e com pó! Ele nunca saberia essa resposta se não abrisse o envelope… Ele abriu-o e estava lá escrito uma mensagem para que alguém encontrasse o seu pai. David pensou e pensou, até ter a brilhante ideia de ele e o Notre-Dame irem em busca de Quasimodo.

Notre-Dame lembrara-se que sabia onde estava o pai de David e a única coisa que David poderia fazer era confiar em Notre-Dame e segui-lo. David chegou ao local indicado no envelope: a famosíssima Catedral de Notre-Dame.

Ele aproximou-se da entrada, mas, antes de ter tempo de entrar, um dos guardas meteu-se diante dele e disse:

– Lamento senhor, mas não pode passar. Já passa da hora de visita.

– Mas…- tentou dizer, ainda que sem sucesso, pois o guarda já fechara as portas da Catedral.

No entanto, enquanto David tentava, em vão, falar com o guarda, Notre-Dame parecia ter outras ideias, pois não parava de ladrar e de puxar David. Já farto, David decidiu soltar Notre-Dame, pensando que o cão devia estar a ter um esgotamento nervoso.

Pelo contrário, ele desatou a correr em direção às traseiras da Catedral e entrou por uma porta curva e estreita.

David seguiu-o para dentro da Catedral, embora um pouco relutante. Avançaram por um estreito corredor até chegarem a uma grande sala com uma poltrona virada para uma janela pequena. Nessa poltrona estava sentado um senhor muito torto para a sua idade. Esse homem não olhava para a janela, mas sim para a imagem do mar nas suas mãos. O homem tinha nas suas mãos uma fotografia do lindo, azul e reluzente mar. No verso da fotografia estava escrito: “Local da morte da Senhora Notre-Dame.” Esta Senhora seria a mãe de David, o que significa que o tal homem seria o Quasimodo, mais conhecido por ser o Corcunda de Notre-Dame! Quando Quasimodo se levantou, o olhar dele cruzou-se com o de David. A felicidade de ver o pai quase fê-lo esquecer de que não podia viver com Quasimodo, como sempre desejara!

Parabéns aos autores: Francisco Cunha e Sara Abade, 7.º F

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Encontro Nacional da SPM 2016

A Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) realiza bianualmente um encontro nacional, dirigido a todos os matemáticos portugueses, e a todos os que têm como interesse comum a Matemática, tendo em vista a troca de experiências, de conhecimentos e de ideias.

Este ano o ENSPM realiza-se na Escola Superior de Tecnologia do Barreiro do Instituto Politécnico de Setúbal, nos dias 11, 12 e 13 de julho.

Veja o programa em: http://enspm16.spm.pt/pt   


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Tardes na biblioteca de Rita Flor

Antes de partir para férias, a nossa aluna do 5.º B, Rita Flor, quis agraciar-nos, deixando a sua impressão sobre a biblioteca do Colégio.

Partilhamos convosco as palavras simpáticas da nossa leitora!

 

“As minhas tardes na biblioteca são encantadoras. São muito engraçadas! Quando chego, as professoras cumprimentam-me sempre com um sorriso na cara. Sento-me e tiro as minhas coisas para começar a trabalhar ou a estudar. Às vezes leio um livro, mas outras vezes prefiro conversar com as professoras sobre os meus resultados. Também gosto de requisitar livros.

Adoro estar na biblioteca!

Posso concluir que a biblioteca é um dos meus sítios preferidos do colégio.”

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A calçada portuguesa das ruas de Lisboa num baralho de cartas

Oradora: Alda Carvalho (Área Departamental de Matemática, Instituto Superior de Engenharia de Lisboa)

Resumo: Motivos repetidos numa ou duas direções podem ser classificados matematicamente de acordo com os tipos de simetria que possuem. Através dessas classificações, constata-se a existência de frisos, padrões e rosáceas. A tradicional calçada portuguesa é palco das mais sofisticadas manifestações artísticas: todos os sete frisos, rosáceas cíclicas/diedrais e doze dos dezassete padrões foram encontrados no chão de Lisboa. Neste palestra mostraremos como os lisboetas pisam quotidianamente boa arte, acompanhando a exposição com um baralho de cartas lançado pela Associação Ludus/Universidade de Lisboa especialmente para esse efeito.

Quando: 25 de maio, 18h30
Local: Livraria Almedina, Atrium Saldanha

Apareçam!


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Quando uma equação diferencial levanta suspeitas de terrorismo

Hoje ao percorrer as notícias online do Público, deparei-me com esta história que achei curiosa e aqui partilho com quem estiver interessado.

“Quando um avião da American Airlines se preparava para descolar, uma das passageiras estranhou o facto de o seu vizinho – de pele morena e cabelos castanhos encaracolados – estar a rabiscar freneticamente numa folha de papel. As sequências de números e letras pareceram-lhe ser árabe. E mandou parar o aparelho por recear estar perante um terrorista.

Fingindo sentir-se mal, a mulher chamou a hospedeira e o avião, que já se encontrava na pista, voltou para trás. Uma vez no exterior revelou aos seguranças do aeroporto a sua suspeita e pediu para mudar de voo.

Os seguranças retiraram o passageiro suspeito do aparelho e interrogaram-no, concluindo que se tratava de Guido Menzio, um prestigiado economista italiano que dá aulas na Universidade da Pensilvânia, e que aproveitava o momento antes da descolagem para resolver um problema matemático.

Menzio contou o sucedido a alguns jornais norte-americanos, revelando que quando lhe pediram para sair do avião pensava que era para tentar perceber as razões do mal-estar da pessoa que viajava ao seu lado. Afinal, ficou a saber que a sua vizinha suspeitava que ele era um terrorista, porque estava escrever uma coisas aparentemente estranhas numa folha de papel.

Foi então que lhes mostrou a equação diferencial que estava a resolver, para preparar uma conferência onde ia falar sobre dispersão de preços. Afinal, os caracteres suspeitos eram a universal linguagem matemática.

O economista – que no ano passado ganhou o prémio Carlos Alberto Medal que é atribuído ao melhor economista italiano com menos de 40 anos – contou ao Washington Post que foi tratado correctamente pelos agentes que o interrogaram, acrescentando que reconhecia neste género de incidentes “o sentimento que guia os eleitores de Donald Trump”, com o seu discurso anti-imigrantes e anti-muçulmano.

Questionado pela AFP, um porta-voz da American Airlines não soube dizer se o número de incidentes semelhantes a este aumentou nos últimos meses. Ainda no mês passado um estudante iraquiano foi retirado de um avião de uma outra companhia aérea norte-americana, porque estava a falar ao telefone em árabe antes de o avião descolar.”


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Há poetas no 6.º C!

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As alunas Catarina Casaca e Alexandra Rebelo da turma 6.º C partilharam connosco poemas sobre poesia, escritos na aula de Português.

 

A poesia

É a escrita da magia

O sonho da vida

Uma história medida

Com início e fim

Mas quem não a conseguir entender

O segredo é ver

A poesia dentro de si

A poesia é a beleza

Da infinita tristeza

Ou a alegria

Da poesia

A poesia tem sentimentos

E pequenos momentos

Infinitos tormentos

Que vão com os ventos

A poesia é uma pedra preciosa

É a emoção

De um coração

De uma pessoa bondosa

Se a poesia está dentro de mim

Também pode estar dentro de ti

É preciso acreditar

E imaginar

Uma história

Com glória

Catarina Casaca 6.º C

4 de maio de 2016

 

A Poesia é uma complicação

A poesia é uma complicação

e nunca bateu no meu coração.

A poesia nunca vou entender,

Não é assim tão fácil de a perceber.

Há quem diga que na poesia não tenho coração,

É verdade têm toda a razão!

Alexandra Rebelo, 6.º C


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Concurso de Ilustração: Lemos, Ilustramos, Aprendemos

Entrega de prémios

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No âmbito da semana da Feira do Livro do nosso colégio, divulgámos ontem, dia 4 de maio, os resultados do concurso de ilustração Lemos, Ilustramos, Aprendemos, promovido pela nossa Biblioteca.

A vencedora da 1.ª edição do concurso foi a aluna Laura Calvino dos Santos, do 5.º D. Contámos também com a participação das alunas do 5.º ano Carolina Costa, Rita FlorCarolina Guerreio e Joana Moutinho do 6.º F.

Se visitares a biblioteca poderás encontrar os trabalhos das tuas colegas que ficarão expostos durante o mês de maio.

Boas leituras!

Desejamos que os livros continuem a transportar-te para mundos de fantasia.

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A vencedora Laura Santos, 5.º D

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Laura Santos, Carolina Guerreiro, Rita Flor e Carolina Costa

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Equipa da Biblioteca com as nossas participantes

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Para além do livro dos 70 anos  do Colégio, a Laura ganhou um livro à sua escolha. Na Feira do Livro optou por um Anti-Diário.

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Trabalho vencedor – Laura Santos

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Trabalho da Carolina Guerreiro

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Trabalho da Carolina Costa

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Trabalho da Rita Flor

 


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Tertúlia literária 75 anos três gerações a ler

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Na passada terça-feira, dia 26 de abril, a biblioteca do nosso colégio encheu-se de livros infantis. Ao som de guitarras, harmónica e vozes afinadas de alguns talentos Sagrados, comemorámos o Dia Mundial do Livro (23 de abril), folheando os livros que marcaram a nossa infância e juventude ao longo de três gerações. A Anita, Os Cinco, o Tintin, o Lucky Luke, As Gémeas, a Rua Sésamo e outros foram resgatados da penumbra das nossas estantes, baús e sótãos. Lemos histórias e partilhámos memórias de infância, construídas e alimentadas pelas nossas primeiras leituras, aquelas com quem criámos laços de afeto que ainda hoje perduram.
Houve ainda quem, em tenra idade, tivesse convivido de perto com os grandes vultos da nossa literatura e se tenha aventurado em leituras de grande fôlego. Nomes como Camões, Marquesa de Alorna, Frei Luís de Sousa e Almeida Garrett foram referidos por leitores mais experientes que recitaram alegremente versos de Os Lusíadas e excertos de Frei Luís de Sousa.
Por mostrar ficaram outras Anitas, bandas desenhadas, As aventuras do Tom Sawyer e livros como o Tomatinho que fizeram as delicias de três gerações que continuam a gostar de ler.

 

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25 de Abril – Liberdade, também na Matemática

Nota Histórica

As décadas de 1930 e 1940 foram especiais para a Matemática em Portugal. Uma geração composta por nomes como Bento de Jesus Caraça, Ruy Luís Gomes, Alfredo Pereira Gomes, António Aniceto Monteiro e Hugo Ribeiro, entre outros, iniciou a sua carreira, e deu novo ânimo à investigação matemática no país. Nasceram então diversos projetos, entre os quais a revista  Portugaliæ Mathematica  (1937), o Seminário Matemático de Lisboa (1938), o Centro de Estudos Matemáticos Aplicados à Economia (1938), a Gazeta de Matemática (1939), o Centro de Estudos Matemáticos de Lisboa e do Porto (1940 e 1942, respetivamente). Foi nesse contexto que, a 12 de dezembro de 1940, surgiu a Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM), vocacionada para o desenvolvimento do ensino, da divulgação e da promoção da investigação matemática em Portugal.

As associações, no entanto, não eram bem vistas pelo regime vigente. Foi impossível registar os estatutos da SPM, que só foi legalizada depois do 25 de abril, a 10 de outubro de 1977 – quase 40 anos após a sua fundação. Também os colóquios e conferências, organizados com o intuito de contrariar o isolamento dos matemáticos portugueses entre si e em relação aos estrangeiros, foram muitas vezes considerados reuniões políticas, o que prejudicou a dinâmica dos trabalhos.

A perseguição aos matemáticos não tardou. Logo em 1945, António Aniceto Monteiro viu-se obrigado a deixar o país, por não conseguir exercer a profissão. Nos anos de 1946 – 1947 foi desencadeada uma ofensiva contra a Universidade, tendo sido afastados ou impedidos de prosseguir as suas carreiras Bento de Jesus Caraça, Ruy Luís Gomes, Zaluar Nunes, Hugo Ribeiro e Alfredo Pereira Gomes, entre outros. Os Centros de Matemática foram praticamente extintos, e proibidas as atividades da SPM em qualquer dependência do Ministério da Educação. Pressionados pela PIDE, muitos dos sócios fundadores e grandes dinamizadores da Sociedade partiram para o exílio. A atividade da SPM entrou em declínio. Embora as revistas se tenham mantido –, a Portugaliæ Mathematica graças aos esforços de Zaluar Nunes e a Gazeta de Matemática aos de Gaspar Teixeira – a Matemática em Portugal entrou num período de adormecimento.

Só após o 25 de Abril de 1974, a SPM pôde retomar em plenitude os trabalhos e concretizar os objetivos definidos pelos seus fundadores: divulgar o conhecimento matemático, promover a qualidade do ensino da Matemática e divulgar a investigação matemática portuguesa.


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